terça-feira, 23 de maio de 2017

Pesquisadores do GPLV apresentam comunicações na UFMS de Corumbá

           Na Semana de Letras do Câmpus do Pantanal da UFMS, em Corumbá, que acontecerá de 5 a 9 de junho, pesquisadores ligados ao GPLV participam de duas mesas coordenadas; em uma delas haverá comunicação sobre a obra do poeta Manoel de Barros; nas duas mesas, teremos comunicações sobre Alciene Ribeiro e sobre Luiz Vilela. As mesas serão simultâneas e acontecerão a partir das 20h40 do dia 8 de junho.
Veja, abaixo, a programação das duas mesas, e, no final, o link para a programação completa do evento.

     A Arte do Conto, da Novela, do Romance e da Poesia

Coordenador: Lucas Rodrigues Neves (Mestrando PPG-Letras CPTL/UFMS)
[lucas_neves_1988@hotmail.com; 67-9.9989-6249]

a.      Regmar Fátima Yovio de Souza: A nomeação das personagens em dois contos de Alciene Ribeiro
b.      Cibele Fátima do Prado: A arte da novela em Filho de Pinguço, de Alciene Ribeiro
c.       Sindy Ellen de Luca Araújo: Aspectos do romance de formação na obra de Alciene Ribeiro
d.      Heloísa Fernandes de Carvalho: A construção da protagonista no conto “Mais-que-perfeita”, de Alciene Ribeiro
e.       Jéssica da Silva e Mariana da Silva Santos: O espaço urbano de Corumbá recriado na poesia de Manoel de Barros
f.        Lucas Rodrigues Neves: A nomeação das personagens no conto “Espetáculo de fé”, de Luiz Vilela


  A Literatura, o Ensino e a História

Coordenadora: Luciene Lemos de Campos (Mestre em Estudos Fronteiriços/CPAN)
[lucienelemos10@yahoo.com.br; 67-9.9226-3669]

a.      Queli Cristina Ribeiro: Contos de Luiz Vilela em sala de aula – uma lagartixa nas asas de uma andorinha
b.      Letícia Alvarez Mendes: Características de uma narrativa de formação feminina em O mágico de olho verde, de Alciene Ribeiro
c.       Giselly Dias Mariano: Educadoras: pioneiras da Escola Nova
d.      Nathalia Soares Fontes: A literatura como prática emancipatória
e.       Fabiano Quadros Rückert: Representações da pobreza na literatura brasileira: um campo de estudos
f.        Luciene Lemos de Campos: A Literatura no Ensino Fundamental


sexta-feira, 19 de maio de 2017

GPLV faz sua reunião de maio no dia 25

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE REUNIÃO DO GPLV

Ficam convocados os integrantes do Grupo de Pesquisa Literatura e Vida, GPLV, e convidados os demais interessados, para reunião do GPLV no dia 25 de maio, quinta-feira, no Câmpus 1 da UFMS de Três Lagoas, das 17h15 às 18h45, para discutirem e deliberarem sobre a seguinte pauta: 

1. Informes;

2. Organização do Seminário do GPLV "Simpósio Escrita feminina", a ser realizado no Câmpus do Pantanal da UFMS nos dias 05, 06 e 07 de outubro de 2017;  

3. Organização do 9º Seminário do GPLV, a ser realizado no Câmpus 1 da UFMS de Três Lagoas nos dias 25, 26 e 27 de outubro de 2017;

4. Compartilhamento das atividades realizadas pelos integrantes do GPLV no 


IX Colóquio Mulheres em Letras: Cartografias do Corpo
FALE, UFMG, Belo Horizonte, 31 de maio, 01 e 02 de junho de 2017.

 
OBS: Haverá reunião de orientação para pesquisas em andamento no sábado, das 8h às 12h, no Câmpus 1 da UFMS de Três Lagoas.

Três Lagoas, 18 de maio de 2017.
Rauer Ribeiro Rodrigues/Líder do GPLV
Eunice Prudenciano de Souza/Co-Líder do GPLV

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Integrante do GPLV publica artigo na Revista Itinerários

A doutoranda em Letras da UFMS/CPTL e participante do Grupo de Estudos Literatura e Vida Pauliane Amaral publicou artigo intitulado “A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DO AUTOR EM J. M. COETZEE E ENRIQUE VILA-MATAS” na Revista Itinerários, n. 42, vinculada ao Programa de Pós-graduação em Estudos Literários da Unesp/Araraquara (Qualis 2015: B2).

Em seu artigo a pós-graduanda faz um estudo comparado, tratando das diferenças na formação da identidade da figura do autor a partir da análise dos romances Verão (2009), de J. M. Coetzee e Doutor Pasavento (2005), de Enrique Vila-Matas. Com estratégias distintas, esses dois escritores abordam a impossibilidade de se atribuir uma única identidade ao autor, mostrando que todo o processo de formação identirária é uma construção e que a literatura contemporânea soube incorporar a discussão sobre o que forma a figura de um escritor tanto em sua forma quanto em seu conteúdo.

J. M. Coetzee e Enrique Vila-Matas.


Abaixo o resumo do trabalho:

Esse trabalho expõe as estratégias da construção da identidade autoral a partir da análise das narrativas de dois romances contemporâneos que brincam com os limites da ficção autobiográfica: Verão (2009), de J. M. Coetzee e Doutor Pasavento (2005), de Enrique Vila-Matas. Enquanto a narrativa do primeiro romance se volta para a construção póstuma da identidade do autor através da coleta de depoimentos e consulta a cadernos de anotações deixados pelo fictício escritor, a narrativa de Vila-Matas agrega uma estrutura ensaística a elementos temáticos recorrentes na obra do escritor espanhol (como a autorreferência, a citação de outros textos literários, o tema do desaparecimento do escritor e a cessação da escrita – apelidada de Síndrome de Bartleby). Nossa leitura indica que esses dois romances ilustram a impossibilidade de encerrar uma identidade única de autor e que uma saída encontrada pela literatura contemporânea é incorporar em sua estrutura narrativa elementos que compõem essa aporia. 

PALAVRAS-CHAVE: Depoimento. Ensaio. Ficção autobiográfica.


Clique aqui para acessar o artigo completo.

terça-feira, 25 de abril de 2017

CONVOCAÇÃO PARA REUNIÃO DO GPLV

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE REUNIÃO DO GPLV

CONVOCAÇÃO

Ficam convocados os integrantes do Grupo de Pesquisa Literatura e Vida e convidados os demais interessados para reunião do GPLV no dia 27 de abril, quinta-feira, na Sala de Reuniões do PPG-Letras, no Câmpus 1 da UFMS de Três Lagoas, das 17h​15​ às 19h​45​, para discutirem e deliberarem sobre a seguinte pauta: 
  
  1. Avaliação do 8º Seminário do GPLV e do 50 anos de Tremor   
      de Terra, eventos​ realizado​s​ em Ituiutaba, Minas Gerais,
      nos dias 18, 19 e 20 de abril de 2017; 

      2. Planejamento estratégico do GPLV para 2017-2018;

3.  De​bate: o conceito de amor e o conceito de amizade em O
     diálogo da compaixão na obra de Luiz Vilela (Uberlândia,
     MG: Rauer Livros, 2000), de Wania de Sousa Majadas.
​  
Três Lagoas, 24 de abril de 2017.
Rauer Ribeiro Rodrigues /​ Líder do GPLV
Eunice Prudenciano de Souza / Co-​Líder do GPLV


Rauer.

Doutor em Estudos Literários pela UNESP de Araraquara, com pós-doutorado na UERJ; Professor de Literatura Brasileira na UFMS, no Câmpus do Pantanal, em Corumbá,  e no PPG-Letras Mestrado e Doutorado da UFMS de Três Lagoas; líder do GPLV.

---

sábado, 22 de abril de 2017

Notícia do 8º Seminário do GPLV / 50 Anos de Tremor de Terra

    Realizados de 18 a 20 de abril em Ituiutaba, MG, os eventos foram vibrantes e muito produtivos.

     Confira fotos e detalhes aqui, aqui e aqui.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Publicados os Anais do 7º Seminário

Estão no ar os Anais do 7º Seminário do GPLV, que - planejado para novembro do ano passado - foi realizado em dezembro de 2016 e janeiro de 2017, conforme relata a "Apresentação" do volume, reproduzida abaixo, logo após capa da publicação.

          No volume, constam o resumo de 25 comunicações, um minicurso e duas palestras. Constam, também, o texto completo da palestra "Lendo contos de Luiz Vilela em sala de aula", proferida pelo Prof. Rauer, com texto dele e da Me. Karina Torres Machado, e - em forma de artigo - o texto completo de treze comunicações. O volume traz, ainda, a programação do evento, incluindo a lista dos projetos que foram debatidos, que replicamos:
Karina de Fátima Gomes, projeto de doutorado sanduíche: A concepção de infância em contos de Alciene Ribeiro.

Katria Gabrieli Fagundes Galassi, pré-projeto de doutorado: A Fortuna Crítica de Judith Grossmann.

Letícia Alvarez Mendes, pré-projeto de mestrado: Augusto César Proença: Acervo e Fortuna Crítica.

Marcos Rogério Heck Dorneles, projeto de doutorado: Ruínas e modos de narrar em A cabeça, de Vilela, e em Sete contos de fúria, de Vieira.

Maria do Socorro Pereira Soares Rodrigues do Carmo, projeto de mestrado: Alciene Ribeiro: uma vida registrada em Acervo.

Mateus Antenor Gomes, pré-projeto de mestrado: Acovardamento e silenciamento em Os novos, de Luiz Vilela: uma análise da construção narrativa.

Natália Tano Portela, projeto de mestrado: Submissão e servidão: cerceamento do feminino em Alciene Ribeiro.

Nathália Soares Fontes, pré-projeto de mestrado: A consciência do feminino nos contos de Alciene Ribeiro.

Ronaldo Vinagre Franjotti, pré-projeto de doutorado: O inferno é aqui mesmo - estudo sobre a presença do niilismo em contos brasileiros da segunda metade do século XX.

Sueli Aparecida Racanelli da Silva, pré-projeto de doutorado: Fortuna crítica de Hélio Serejo: trajetória de um memorialista.
     A relação mostra a diversidade de projetos que estão sendo gestados, no momento, por estudiosos ligados ao GPLV.

          Para ver a íntegra dos Anais, e baixá-los, clique aqui.

Apresentação

Rauer Ribeiro Rodrigues

A APRESENTAÇÃO destes Anais fugirá ao tom normal das peças similares, cuja estrutura e intenção prestam-se normalmente a enumerar e realçar o conteúdo dos volumes que prefaciam, destacando temas e abordagens texto a texto. Quanto a esse aspecto, registremos que se trata de uma boa amostra do conteúdo do evento, ainda que ele tenha sido realizado em duas etapas e com atraso, devido à ocupação da Universidade pelos acadêmicos, que protestavam contra medidas políticas ou educacionais então especuladas pelo governo federal.
Temos 25 resumos, 13 artigos, uma palestra (das três palestras do evento, uma está aqui reproduzida, trazemos de outra o link para leitura na Guavira Letras, na qual foi publicada na edição de dezembro de 2016, e a outra está prometida pelo autor para publicação em breve). Registramos também a programação completa do evento.
Nosso objetivo central neste momento é trazer a informação do que foi definido no 1º Congresso do GPLV, um dos eventos do 7º Seminário do GPLV e 2º Seminário de Linguística. Apresentado por um integrante do Grupo em uma das primeiras reuniões de 2016, após consulta prévia a mim, como fundador e líder do Grupo, tendo na sequência enfrentado várias etapas de discussão e de consultas, o Congresso aprovou proposta de alterar a nomenclatura do Grupo sem alterar seu acrônimo. A nova nomenclatura visa definir com maior clareza o trabalho realizado pelo GPLV no momento, assim como a refletir novas pesquisas que os integrantes do Grupo pretendem iniciar em futuro próximo.
Desse modo, o GPLV  Grupo de Pesquisa Luiz Vilela  tornou-se GPLV  Grupo de Pesquisa Literatura e Vida.
Fundado em maio de 2011 na cidade de Ituiutaba por mim e orientandos dos mestrados em Letras da UFMS de Três Lagoas e Estudos de Linguagens, da UFMS de Campo Grande, todos nós naquele momento desenvolvendo pesquisas sobre a obra de Luiz Vilela, aquele pesquisadores-fundadores, hoje, ampliaram o rol de pesquisas, e novos pesquisadores introduziram variáveis que o Grupo incorporou, de modo que a alteração se impunha para que mantivesse coerência com o trabalho realizado; registre-se, que o GPLV, o novo, mantém constantes algumas variáveis do antigo GPLV: deve realizar verticalizada análise narratológica, com referencial que se mostrar mais adequado, a análise deve ser realizada tendo por fundamento a montagem de acervos literários e deve ter por um dos métodos intermediários a elaboração de fortunas críticas.
Por outro lado, o projeto de pesquisa do qual nasceu o Grupo de Pesquisa, e que permitiu os sucessivos eventos nomeados “Seminários do GPLV”, além de outras atividades, cobria de 2011 a 2016, concluindo-se com um estudo sobre a metacrítica da recepção acadêmica à obra de Luiz Vilela  ora, embora haja no momento, sobre Luiz Vilela, uma pesquisa de mestrado e cinco de doutorado em desenvolvimento no âmbito do Grupo, há uma pesquisa de pós-doutoramento sendo desenvolvida exatamente sobre a metacrítica na recepção crítica à obra de Luiz Vilela: nossa co-líder, Profa. Eunice Prudenciano de Souza, está na etapa final desse projeto.
O próprio registro de que há pesquisas em andamento, realçando as de doutorado, que serão concluídas após o fechamento da pesquisa da Profa. Eunice, mostra que o estudo da obra de Luiz Vilela, assim como a expectativa de virmos a trabalhar com o seu acervo (registre-se, en passant, que Vilela é arquivista compulsivo, guardando tudo que produziu, recebeu ou enviou ao longo dos, hoje, mais de sessenta anos de atividade literária), permanecem nucleares nas nossas pesquisas.
No entanto, com um novo projeto de pesquisa, mais amplo, pudemos incorporar a nossos estudos pesquisas de conclusão de curso do Câmpus do Pantanal, da UFMS de Corumbá, sobre a escritora mineira Alciene (Maria) Ribeiro (Leite) (de Oliveira), hoje já com seis TCCs prontos e outros em perspectiva, assim como  também sobre Alciene  dois mestrados e um doutorado em Três Lagoas. Importa informar aqui que a escritora doou todo o seu acervo para o Prof. Rauer, e tal acervo tem sido organizado e trabalhado no Laboratório de Acervos Literários do Grupo de Pesquisa Literatura e Vida nas dependências do Programa de Pós-Graduação em Letras Mestrado e Doutorado da UFMS de Três Lagoas.
Sem a ampliação da nomenclatura do Grupo, não poderíamos nele ter pesquisas na área da escolarização da literatura, que já eram realizadas por seus integrantes, tanto na pós-graduação acadêmica quanto no Profletras da UFMS de Três Lagoas, e que têm se mostrado fundamentais na discussão inclusive da literatura do Luiz Vilela, com realce para o estudo dos livros do escritor editorialmente direcionados para as escolas e para leitores jovens.
Diga-se, por oportuno, que pesquisas sobre a obra de Manoel de Barros e de outros autores estão projetadas, sempre com a preocupação de montar acervos dos autores e de produzir fortunas críticas atualizadas, criteriosas e acessíveis.
Para tanto, criamos três subgrupos: gpluizvilela, gpalcieneribeiro e gpmanoeldebarros; cada subgrupo tem um blog, e eles podem ser acessados diretamente ou a partir do portal <gpliteraturaevida.blogspot.com.br >; neles, há notícias, acervo, fortuna crítica, serviços em geral. Fica nosso convite para que acesse cada um deles.
Ressalte-se, ainda, que o GPLV nasceu com cinco ou seis mestrandas e um líder, e hoje conta com um rol que inclui outros professores-pesquisadores, vários PIBICs, vários TCCs, vários mestres, vários mestrandos, vários doutorandos, diversos intercâmbios com professores de outras universidades, centenas de artigos, centenas de participações em eventos, seu líder fez estágio pós-doutoral na UERJ e o Grupo está próximo de formar um pós-doutorando, o primeiro na área de Letras na UFMS. Uma visão da variedade e número pode ser constatada pela programação do evento, logo nas primeiras páginas destes Anais.
Por favor, releve, leitor, a indeterminação dos sucessivos “vários” no parágrafo anterior: é que, de fato, a nós importa menos o número, e mais, muito mais, o amor que todos nós, doGPLV  Grupo de Pesquisa Literatura e Vida , dedicamos à nossa causa, a Literatura, e ànossa missão: aprofundar o estudo da literatura, a partir da formação de acervos e a constituição de fortunas críticas, sem perder de vista um qualificado ensino da literatura para as novas gerações.
Desejamos que estes Anais sejam mais um tijolo no edifício que estamos construindo para isso.

E desejamos, claro, que tenha uma boa e proveitosa leitura.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Luiz Vilela cancela participação


O GPLV informa:

                    1. a programação dos eventos será atualizada após
                        concluir consultas necessárias para tal 
                        procedimento;

                    2. as atividades acadêmicas programadas estão 
                        confirmadas e mantidas;

                    3. os dois eventos contam, no momento, com 
                        cerca de trinta pesquisadores envolvidos,
                        entre membros do GPLV e convidados, contando
                        com estudiosos oriundos do Acre, de Brasília, de 
                        Goiás, de Mato Grosso do Sul, de Minas Gerais 
                        e de São Paulo;

                    4. em síntese, o editor confirma a Luiz Vilela que a
                         a 10ª edição do livro Tremor de Terra não 
                         ficará pronta para lançamento na próxima 
                         semana;

                   5. proposto em abril do ano passado para ser agora
                       realizado, os 50 ANOS DE TREMOR DE TERRA  
                       é evento acadêmico, sem relações comerciais
                       ou de qualquer ordem com lançamento ou com 
                       venda de livros.

Três Lagoas, 13 de abril de 2017

Rauer Ribeiro Rodrigues
Líder do GPLV

terça-feira, 11 de abril de 2017

Resumos das comunicações


Mesa 1
Coordenação:  Prof.ª Dr.ª Eunice Prudenciano de Souza


QUEM É O NARRADOR DE “O QUE CADA UM DISSE”? - UMA
LEITURA CINEMATOGRÁFICA DO CONTO DE LUIZ VILELA
Pauliane Amaral (PG-UFMS)

Resumo: A construção do texto e a caracterização das personagens através do discurso direto é uma das marcas da obra de Luiz Vilela. Analisar a forma de organização e apresentação do discurso das personagens é o ponto de partida para nossa proposta de leitura do conto “O que cada um disse”, que integra a coletânea Você verá (2013). Nesse conto, o diálogo entre as personagens se dá apenas à medida que seus depoimentos surgem lado a lado, quando essas se reportam a um mesmo interlocutor. Porém, além do interlocutor, enunciado apenas por inferências coletadas nas pistas dadas pelo discurso de cada personagem, há nesse conto o que Rauer Ribeiro Rodrigues chama, na tese Faces do conto de Luiz Vilela (2006), de “narrador ausente”, quando há o apagamento de qualquer marca de enunciação do narrador. A ausência do narrador, subsumido pelo testemunho, gera um efeito de sentido particular: permite às personagens representarem, através de suas falas, diferentes esferas sociais, gêneros, faixas etárias etc., gerando o que Mikhail Bakhtin denomina heterodiscurso. A estrutura da narrativa desse conto dialoga, por sua vez, com a linguagem cinematográfica, quando transforma o leitor em espectador, omitindo a presença do narrador em sua função de mediador. O objetivo desse trabalho é mostrar como o “narrador ausente” desse conto funciona menos como um narrador-diretor que orienta a ação dos atores/personagens e mais como um narrador-montador, que seleciona o que será exibido ao espectador/leitor, valendo-se de recursos de linguagem compartilhados pelo cinema, a exemplo dos elencados por Marcel Martin em seu clássico livro A linguagem cinematográfica (1955).
Palavras-chave: Heterodiscurso; Linguagem cinematográfica; Narrador ausente; Narrador-editor.


RELEITURAS DE CONTOS DE LUIZ VILELA EM ‘CURTAS’
Lúcia Helena Ferreira Lopes (FTM-EEGIP)

Resumo: O objetivo desta comunicação é apresentar resultados de uma atividade, desenvolvida na disciplina ‘Língua Portuguesa III: Linguagem da Propaganda’, ministrada no curso de Publicidade e Propaganda, da Faculdade Triângulo Mineiro, em Ituiutaba-MG. Para o seu desenvolvimento, os alunos leram significativamente contos do autor tijucano Luiz Vilela e, a seguir, adaptaram, dirigiram, atuaram e produziram curtas a partir das releituras propostas pelos grupos. No total, foram produzidos 13 curtas, de 2012 a 2016, adaptações dos contos ‘Ousadia’, de Tarde da Noite (1970); ‘Catástrofe’, de A Cabeça (2002); ‘O que cada um disse’, de Você Verá (2013) ‘Confissão’ e ‘Vazio’, de Tremor de Terra (1967). A atividade não somente colocou os graduandos em contato com o melhor da literatura brasileira da atualidade mas também propiciou uma reflexão sobre convergência(s)-divergência(s) entre a linguagem literária e a linguagem cinematográfica, com as quais dialoga a linguagem da propaganda.
Palavras-chave: Luiz Vilela; Releituras; Linguagem literária, Linguagem cinematográfica; Linguagem publicitária.



UMA METAFÍSICA DO AMOR EM TREMOR DE TERRA
Herisson Cardoso Fernandes (Universidade de Brasília)

Resumo: Como apêndice de sua obra maior, O mundo como vontade e como representação (1818), o filósofo Arthur Schopenhauer nos legou um texto chamado Metafísica do Amor. Neste escrito o filósofo reflete sobre este momento fundamental e incontornáveis da existência humana. Inquietos perante tal problemática filosófica, surgiu em nós a vontade de pensar a filosofia do alemão em relação a algum texto literário. Especificamente que se tratasse de uma obra de autor brasileiro. A partir disso intentamos realizar uma leitura da obra Tremor de terra, de Luiz Vilela, a partir da perspectiva de nosso grupo de pesquisa Epistemologia do Romance. Percebemos que as temáticas do amor são constantes em vários dos contos incluídos em Tremor de terra, e conseguimos suspeitar de um posicionamento semelhante em diversos aspectos entre a maneira de representar tal temática, tanto na obra literária do autor mineiro, quanto nas reflexões do filósofo alemão.
Palavras-chave: Luiz Vilela; Schopenhauer; Metafísica do amor; Epistemologia do Romance.


O MASCULINO E O FEMININO EM LUIZ VILELA
Eunice Prudenciano de Souza (UFMS/CPTL)
Rauer Ribeiro Rodrigues (UFMS/CPAN)

Resumo: Traçamos uma linha evolutiva na convivência entre homem e mulher dos seguintes contos de Luiz Vilela: “Nosso fabuloso tio”, de No bar (1968), “Nosso dia” e “Vazio”, de Tremor de terra (1967), “Catástrofe”, de A cabeça (2002) e “Era aqui”, de Você Verá (2013). No conto “Nosso fabuloso tio”, temos o espaço patriarcal de personagem feminina totalmente submissa ao homem. Em “Nosso dia”, temos um indício de insatisfação com o modelo de submissão feminina. Em “Vazio”, o descompasso entre homem e mulher é representado de forma trágica. Em “Catástrofe”, a voz feminina acaba por sobrepor-se à masculina. E o conto “Era aqui” sinaliza com a possibilidade de igualdade entre homem e mulher. Os contos, a nosso ver, retratam a trajetória da convivência entre gêneros na sociedade ocidental do século XX e início do XXI.  Para traçar tal percurso, recorremos a estudos históricos e sociológicos, sob a ótica de que o feminismo acarretou profundas modificações nas teorias sociais, nas ciências humanas e na organização da sociedade, questionando papeis e conceitos cristalizados. A contística de Luiz Vilela ficcionaliza esse múltiplo universo.
Palavras-chave: Conto; Convivência; Gênero.



VIOLÊNCIA  CONTRA  A  MULHER :  AGRESSÃO  E
FEMINICÍDIO EM CONTOS DE ALCIENE RIBEIRO
Natália Tano Portela (PPG-Letras/CPTL/UFMS)

Resumo: Este trabalho tem por objetivo apresentar as formas de agressão contra a mulher representadas nos contos de Alciene Ribeiro, em especial do conto “Ave Maria das Graças Santos” (1984). Traçando um paralelo com dados e casos de violência contra a mulher, utilizamo-nos das abordagens de Lia Zanotta Machado a respeito dos aspectos sociológicos desse tipo de crime. Observamos que a contística de Alciene Ribeiro, ao retratar casos de violência contra a mulher, assume um papel social de denunciante desta forma de opressão.
Palavras-chave: literatura brasileira; contos; violência; feminicídio; Alciene Ribeiro.



DESEJAR SER: A METALINGUAGEM EM LIVRO
SOBRE NADA, DE MANOEL DE BARROS
Maisa Barbosa da Silva Cordeiro (UFMS/CPTL)

Resumo: Este trabalho propõe uma análise da metalinguagem em Manoel de Barros. Para cumprir com tal proposta, debruçamo-nos especificamente sobre a segunda parte de Livro sobre nada (2016 [1996]), intituladaDesejar ser. Observa-se, para tanto, a metalinguagem como recurso por meio do qual se faz a reflexão sobre o fazer poético, considerando como essa reflexão expressa um eu lírico autorreferencial, a partir de uma estrutura poética pertinente à lírica moderna.
Palavras-chave: Manoel de Barros; metalinguagem; Desejar ser.




Mesa 2
Coordenação: Prof. Dr. Wilton Barroso Filho (UnB)


O CRONOTOPO NO ROMANCE PERDIÇÃO, DE LUIZ VILELA.
Elcione Ferreira (UFMS)

Resumo: O presente artigo faz uma análise do romance Perdição (2011), de Luiz Vilela. Tendo como enfoque a concepção teórica de cronotopo desenvolvida por Mikhail Bakhtin, no livro; Questões de literatura e de estética: a teoria do romance (2010), visando compreender o sentido composto do entrelaçamento das relações temporais e espaciais na configuração da personagem principal. No tocante às funções do espaço, além do teórico mencionado, nos valemos também dos estudos de Osman Lins, em Lima Barreto e o espaço romanesco (1976).
Palavras-Chave: Luiz Vilela; Cronotopo; Perdição.


DA AMIZADE: UMA LEITURA DO CONTO
“MEU AMIGO”, DE LUIZ VILELA
Rodrigo Andrade Pereira (UFMS/CPTL)

Resumo: A coletânea de contos Tremor de Terra, do escritor mineiro Luiz Vilela, possui duas fortes características: o relacionamento entre os homens e a dificuldade da convivência interpessoal. A verdadeira amizade, segundo o pensador romano Cícero, é o sentimento que melhor descreve o relacionamento entre homens de bem. O presente trabalho propõe uma leitura do conto “Meu amigo”presente na coletânea, e procura responder a dois problemas recorrentes na contística do escritor: 1. Qual o papel que desempenha a amizade na formação do escritor? 2. O escritor, para Luiz Vilela, é um gênio de geração espontânea nos moldes propostos pelo romantismo europeu? Para proceder à leitura, nos valemos, além do livro Diálogo sobre a amizade, de Cícero, de Os anos de aprendizado de Wilhem Meister, de Goethe.
Palavras-chave: amizade; Luiz Vilela; formação do escritor; Tremor de Terra.



ANÁLISE ENTRE OS CONTOS “NINGUÉM”, DE LUIZ VILELA, E “O HOMEM 
QUE GRITOU EM PLENA TARDE”, DE IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO 
Lígia Ribeiro de Souza Zotesso (UEM) 

Resumo: Este artigo visa a comparação entre os contos “Ninguém”, de Luiz Vilela, e “O homem que gritou em plena tarde”, de Ignácio de Loyola Brandão. A seguinte análise baseia-se na concepção de “modernidade líquida”, cunhada por Bauman (2001), a fim de destacar o comportamento humano diante do valor associado ao tempo e ao espaço, nos quais se insere. Com isso, os personagens centrais vivenciam uma “falsa presença”, pois interagem com o meio, mas se anulam diante dos conflitos impostos pela sociedade.
Palavras-chave: Literatura; Modernidade; Individualidade; Identidade.



ENTRE O NADA E O TUDO, A MORTE HUMANA
Denise Moreira Santana (UnB)
Nathália Coelho da Silva (UnB)

Resumo: A presente comunicação tem como o objetivo criar um paralelo entre o conto  “Velório” de Luiz Vilela, com as narrativas ficcionais A morte de Artemio Cruz, de Carlos Fuentes, e Uma Duas, de Eliane Brum, ambos os livros trabalhados dentro da perspectiva da Epistemologia do Romance. A ideia é refletir sobre o aspecto que parece interligar os três textos: a (in)dignidade da morte humana. A banalização da dor e do sofrimento, o corpo como objeto de descarte e a contraditória inutilidade da vida são pontos de intersecção. Ao passo que a filosofia nietzschiana ajuda na compreensão da condição humana de “olhar para a morte” em Vilela, a Epistemologia do Romance perpassa os caminhos de Fuentes e Brum em desejos semelhantes. Justapostos, os três dão sinais de possibilidade de análise comparativa partindo do ambiente estético-filosófico das estórias.
Palavras-chave:  Luiz Vilela; Eliane Brum; Carlos Fuentes; Morte.



A TRINDADE DO CONTO NA ERA DA REPRESSÃO - UM OLHAR SOBRE A PRODUÇÃO DE FONSECA, TREVISAN E VILELA NOS ANOS 60
Ronaldo Franjotti (UFMS/CPTL)

Resumo: Os anos 60 marcaram o século XX como símbolo de inovação, rebeldia e contracultura, pelo menos assim foi mundo afora. No Brasil, enquanto isso, instaurou-se uma ditadura militar que tolheu, gradativamente, a liberdade de expressão e instaurou um regime de exceção. Nesse contexto, sempre fica latente a pergunta: e o que fizeram os intelectuais? Essa comunicação procura relacionar o contexto social da época com três obras publicadas no período a fim melhor entender sua constituição e seu lugar enquanto objeto socialmente construído. Os autores selecionados são referências e poderíamos chamá-los de a trindade do conto contemporâneo brasileiro: Rubem Fonseca, Dalton Trevisan e Luiz Vilela. Além de serem marcos na literatura nacional, e de serem contemporâneos, os selecionados constroem de modo semelhante suas narrativas, primam pela violência e pela inclusão de uma linguagem direta, mordaz, algumas vezes, pornográfica. O uso de uma temática que se contrapõe ao conservadorismo típico do período deve ser visto como um indício do comprometimento dos autores com a liberdade de expressão e revela uma visão comum do que seria a missão do escritor na sociedade.
Palavras-chave: Literatura Brasileira; Ditadura Militar; Conto Contemporâneo; Dalton Trevisan; Luiz Vilela; Rubem Fonseca.



EPISTEMOLOGIA DO ROMANCE
Wilton Barroso Filho (UnB)
Ana Paula Caixeta (UnB)
[Resumo em breve]




Mesa 3
Coordenação: Prof. Dr. Yvonélio Nery Ferreira (UFAC)


DISSENSÃO CONTÍSTICA EM TREMOR DE TERRA, DE LUIZ VILELA.
Marcos Rogério Heck Dorneles (UFMS/CPTL/PPGL)

Resumo: Artigo acerca do volume de contos Tremor de terra, de Luiz Vilela, com ênfase para o exame da dissensão ficcional na atividade de criação literária. Inicialmente, são realçadas algumas características composicionais do livro e suas possíveis implicações semânticas decorrentes. Adiante são pontuados aspectos temáticos e formais que sinalizam para a dissensão contística nos seguintes âmbitos: cognitivo, cultural, filosófico e intertextual. Para realizar esse percurso de pesquisa, são adotadas algumas proposições de teorias da narrativa (GENETTE, 1979; FRIEDMAN, 2002) e é realizado um diálogo dos estudos literários com alguns tópicos dos estudos filosóficos, como as ruínas (BENJAMIN, 1984) e o ceticismo (KRAUSE, 2004). Resulta da pesquisa a avaliação da proporcionalidade e da reciprocidade entre o caráter dissentâneo e a criação ficcional.  
Palavras-chave: Contos. Dissensão. Luiz Vilela.



O EXISTENCIALISMO NA OBRA DE LUIZ VILELA
Lucas Fernando Gonçalves (UnB)

Resumo: O presente artigo analisa as ressonâncias filosóficas na literatura de Luiz Vilela (1989). Abordamos o conceito de existencialismo que decorre de Sartre. Na obra de Vilela constata-se a problemática da fragmentação nas relações humanas e a insistência das nossas angústias frente ao nada, ou seja, do vazio existencial. Por isso, tomamos a crítica de Yvonélio Nery (2008) em sua dissertação Humanismo e ironia nos contos de Luiz Vilela,devido ao diálogo que estabelece entre o pensamento ontológico de Sartre e a ficção de Luiz Vilela. 
Palavras-chave: Existencialismo; Sartre; Literatura Brasileira; Luiz Vilela.



ANÁLISE FILOSÓFICA DE “POR TODA
A VIDA”, CONTO DE LUIZ VILELA
Emanuelle Souza Alves da Silva (UnB)

Resumo: A partir da leitura do conto “Por toda a vida” de Luiz Vilela, investigamos sob o ponto de vista da Epistemologia do Romance, as reflexões que o texto desperta. Diante disso, desenvolvemos algumas reflexões sobre a questão da liberdade de escolha que no conto é sufocada pela necessidade financeira e também sobre o jogo de linguagem irônico adotado por Vilela que mostra no conto a busca da felicidade e completude tão almejada, mas que num dado momento fica distante diante da rotina e monotonia da vida dos personagens. Por fim, traremos uma aproximação dos personagens para com a realidade do sujeito contemporâneo e assim indicaremos certa universalidade das questões levantadas pelo conto.
Palavras-chave: Universalidade; liberdade; sujeito contemporâneo.



Leituras do silêncio político e de políticas de silenciamento em Os novos, de Luiz Vilela
Yvonélio Nery Ferreira (UFAC)


Resumo: Quando penso o silêncio político e as políticas de silenciamento, percebo várias questões passíveis de serem discutidas. Para abordagens possíveis acerca dessa forma de silêncio me aterei ao romance Os novos, de Luiz Vilela, cujo enredo está temporalmente alicerçado no período de um ano da Ditadura Militar no Brasil. Logo, percebo ser imprescindível trabalhar com questões relativas à história e à memória. Além disso, como busco leituras pautadas nas temáticas do silêncio, vejo nas teses de Walter Benjamin sobre o conceito de história, subsídios possíveis que podem contribuir sobremaneira para questionamentos acerca da visão que nos é passada sobre a história considerada oficial, propiciando, assim, o desvendamento de silêncios implícitos nos meandros da história.



ENTRE TRANSGRESSÕES: NARRATIVA HÍBRIDA
EM LUIZ VILELA E MARIO VARGAS LLOSA
Janara Laíza de Almeida Soares (UnB) 

Resumo: A presente comunicação tem como objetivo discutir a construção das narrativas híbridas no conto “Dois Homens”, de Luiz Vilela, e no livro Pantaleón y las visitadoras, de Mario Vargas Llosa. Tanto no conto como no romance percebemos a presença de um narrador voyeur que utiliza representações imagéticas, no primeiro caso, e a representação teatral, no segundo. Tais estratégias, enquanto tentativas de subversão das representações canônicas, extrapolam as limitações da narrativa, trazendo consigo consequências éticas e estéticas que enriquecem as possibilidades de leitura dos textos analisados.
Palavras-chave: Narrativa híbrida; Mario Vargas Llosa; Luiz Vilela; Literatura Comparada.


DA SUBMISSÃO FEMININA AOS RESQUÍCIOS DE RESISTÊNCIA
no CONTO “NOSSO DIA”, DE LUIZ VILELA
Maria Rodrigues do Carmo (UFMS/CPTL)

Resumo: O presente artigo tem por objetivo analisar a submissão feminina e os vestígios de resistência na personagem “mulher” do conto Nosso dia, da coletânea Tremor de terra (2003), do ficcionista contemporâneo Luiz Vilela. O enredo do conto é a submissão da personagem feminina que apresenta resquícios de resistência no dia em que tentara comemorar os dez anos de matrimônio junto ao cônjuge. O conto é narrado em terceira pessoa, há pouca participação do narrador onisciente, sendo a narrativa  construída através de diálogo e fluxo de consciência,  discorrendo em tom cômico. O conto nos permite observar uma mudança na condição feminina: da submissão à possibilidade de um novo reposicionamento, condizente com as reorganizações sociais do mundo contemporâneo. Como metodologia utilizamos revisão bibliográfica e, como aporte teórico, utilizamo-nos dos pensamentos de Beauvoir (2009), Hall (2014), Muraro (1992), Bosi (2008), dentre outros.

Palavras-chave: Conto; Luiz Vilela; Servidão; Resistência; Indiferença.


A programação pode ser conferida aqui.